Trabalho em Equipe: O Poder da Fórmula Chicago Bulls

Trabalho em Equipe: O Poder da Fórmula Chicago Bulls

O trabalho em equipe pode alavancar ou derrotar a sua empresa ou o seu projeto.

Pouco importa se você for empresário, autônomo, empregado ou estudante. As chances são enormes de que, um dia, você vai precisar atingir um objetivo com outras pessoas. Por isso, é fundamental que você domine o trabalho em equipe. Mais importante ainda, vale muito você aprender a liderar o trabalho em equipe.

Falo disso por experiência. Venci (e fracassei muito mais) na vida devido à minha capacidade de construir e liderar uma equipe vencedora. Nem sempre foram flores.

Alguns anos atrás, estava em busca do segredo do trabalho em equipe. Procurava uma fórmula para poder construir equipes vencedoras na minha empresa – a Toca da Empada. Ao mesmo tempo, me envolvi em projetos paralelos (também conhecido como me DESFOCAR), ajudando outras empresas a motivar suas equipes de vendas.

Quanto mais eu trabalhava na minha equipe e nas equipes dos outros, mais eu me dava conta que eu não dominava a 100% o padrão vencedor de construção de equipe.

Por isso, decidi pesquisar o assunto a fundo. Num período de 3 anos, li 300 livros sobre liderança e trabalho em equipe (isso é 0,12% do total do livros sobre o assunto na Amazon), publicados pelos mais variados autores que você puder imaginar.

Titulos da Amazon sobre liderança e trabalho em equipe

Alguns ofereciam a perspectiva de liderar equipes de startups tecnológicas. Outros a perspectiva de ONGs. Vários sobre liderança militar. Alguns escritos por ex-executivos. Outros por consultores. Outros por filósofos.

O mais interessante é que quase cada livro tinha uma perspectiva única sobre liderança e o trabalho em equipe.

Aprendi muito, mas nenhum destes livros oferecia uma fórmula concreta, passo-a-passo, para construir uma equipe de sucesso.

Até eu chegar, um dia, à história do Senhor dos Anéis.

Os 11 anéis da vitória do trabalho em equipe

Não, o Senhor dos Anéis não é Sauron, Frodo, Gandalf ou o próprio Tolkien.

O Senhor dos Anéis é Phil Jackson, ex-coach do Chicago Bulls e Los Angeles Lakers, e atualmente Presidente do New York Knicks.

ElevenRings

No livro Onze Anéis, Phil Jackson narra a trajetória que o levou a vencer 11 campeonatos da NBA como coach (sem contar, claro, o campeonato que venceu como jogador do New York Knicks em 1973). Na verdade, com essas estatísticas, Phil Jackson é o coach com o maior número de campeonatos em qualquer esporte. Trata-se de um resultado singular no universo esportivo. Phil Jackson é um dos maiores especialistas em trabalho em equipe.

No seu livro, ele não oferece nenhuma fórmula para se chegar onde ele chegou. Porém, à medida que lia suas várias histórias, reflexões e perspectivas, um padrão começou a emergir. Comecei a detectar os elementos pivotais e os personagens principais que produziam este trabalho em equipe. Estes permitiram que ele vencesse, primeiro, 6 campeonatos com o Chicago Bulls e, depois, mais 5 com o Los Angeles Lakers.

O fato dele ter repetido o feito em duas equipes é fundamental, pois aponta diretamente para a existência de um padrão. Seria muito fácil atribuir os 6 campeonatos do Chicago Bulls a fatores isolados. Porém, quando o acontecimento se repete em outro time, com certeza existe uma estrutura, nem que seja inconsciente, para produzir esses resultados.

Antes da gente entrar a fundo na Fórmula Chicago Bulls, vamos explorar duas palavras importantes.

O que é “liderança”?

Hoje, a liderança está na moda, por ser tão fundamental ao trabalho em equipe. Como todo conceito que entra em moda (coaching é outro desses…), existem tantas definições quanto existem teóricos e proponentes do conceito.

Vou lhe poupar os detalhes e as definições que encontrei durante minha pesquisa. Vou deixar pra você aqui a definição prática que sintetisei e que uso hoje para definir a liderança.

A liderança é um vetor, uma força de tração, como a força da gravidade, que puxa uma equipe em direção a um objetivo.

A liderança é uma força

Não pense na liderança como sendo um cargo, como por exemplo presidente, diretor ou gerente. Ter um título não significa ter capacidade para gerar liderança.

Também não pense na liderança como sendo uma qualidade pessoal. Não é útil pensar na liderança como um talento que alguns possuem e outros não. Qualquer pessoa tem a possibilidade de gerar liderança numa organização.

Terceiro, não considere a liderança como a capacidade de atrair e conduzir seguidores. A liderança não gera seguidores. Ela gera engajamento que, em torno, gera mais liderança.

Pense na liderança como uma força exercida sobre a equipe. Quando você entra em uma organização que tem liderança, você a sente. Você identifica a liderança muito mais por um feeling do que por outros indicadores. A liderança catalisa o trabalho em equipe.

Se a liderança é uma força, o que é um líder?

O líder em açãoNão existe O líder. Existem vários líderes. Todos são cruciais para o equilíbrio e a evolução da equipe. Para maximizar suas aptidões, esses líderes precisam ser organizados e posicionados na organização seguindo uma estrutura específica.

Assim como para a liderança, vou compartilhar com você uma definição operacional que uso para compreender o que é um líder.

Um líder é qualquer pessoa numa equipe que age em prol do objetivo da equipe.

Entendeu?

Uma pessoa que age, que se esforça, que impulsiona a equipe em direção a seu objetivo gera liderança. Portanto, essa pessoa é líder.

Seu exemplo direciona o esforço dos demais e, sendo assim, fomenta o trabalho em equipe.

Tudo claro?

Vamos agora para a Fórmula, que vai ajudar você a construir uma equipe de alta perfórmance da mesma forma que me ajudou a fazer o mesmo.

Passo 1. Identifique com clareza a sua personalidade de liderança

As descrições de Phil Jackson me ajudaram a integrar todos os conceitos de liderança que tinha encontrado em outros livros.

Encarnados nos jogadores de suas equipes, nos técnicos e altos executivos de times da NBA estavam os vários “líderes” conceituais dos inúmeros autores da liderança.

Todos eles são fundamentais para o trabalho em equipe. Tire um, e a equipe ficará debilitada.

Depois de todas as leituras que fiz e de conferir o padrão na minha empresa e em inúmeras outras, identifiquei quatro personalidades de liderança:

O quarteto da Fórmula Chicago Bulls

  1. O craque
  2. O conciliador
  3. O coach
  4. O chefe

Quando você junta essas quatro personalidades em uma equipe, elas geram liderança na equipe.

Na época de ouro do Chicago Bulls, na qual a equipe venceu 6 campeonatos, quem ocupava estes papéis?

O craque

Michael JordanO craque consumado era Michael Jordan. De temperamento irascível, Michael só pensava em uma coisa: vencer. Não só estava obsecado com a vitória, mas também era assombrado pela derrota. Tinha em si um mecanismo propulsor poderosíssimo. Estava disposto a tudo para dominar a liga e todos os seus adversários.

Com essa atitude, elevou o padrão de jogo do Chicago Bulls como nenhum outro jogador tinha feito na história da equipe ou da NBA. Foi o líder operacional das vitórias do time.

O conciliador

Scottie PippenTão motivado quanto Michael Jordan para a vitória, porém com empatia e compaixão pelos outros jogadores do Chicago Bulls, era o Scottie Pippen. Pippen era o segundo encarregado da equipe. No seu livro, Phil Jackson descreve como Scottie Pippen conversava com os outros jogadores e os mantinham engajados no time quando Jordan jogava sua fúria em cima deles.

Pippen contava com o respeito de Jordan pelas suas habilidades e com a apreciação do resto da equipe pelo relacionamento que cultivava com cada membro da equipe. De certa forma, Pippen era o adesivo que mantinha a equipe interligada.

O coach

Phil JacksonComo pode desconfiar, o coach era Phil Jackson. Phil articulou uma das estratégias ofensivas mais bem-sucedidas da história da NBA e soube aproveitar o talento dos jogadores co-adjuvantes com maestria. Engajou os arremessadores de 3 pontos e os pivôs nos momentos críticos do jogo para complementar o ataque massivo de Jordan e Pippen.

No mais, Jackson sempre trabalhava a psicologia dos seus jogadores individuais. Estava constantemente em busca de livros e programas de desenvolvimento adequados para cada um, de acordo com o momento de vida e os desafios profissionais que estava enfrentando.

O chefe

Jerry KrauseUm personagem menos conhecido da história do Chicago Bulls era Jerry Krause. Krause era Gerente Geral da organização do Chicago Bulls. Era odiado pelos jogadores. Porém, Krause tinha a capacidade de tomar as decisões impopulares e defendê-las.

Por exemplo, ele trocou em 1988 o atacante Charles Oakley pelo pivô Bill Cartwright. Na época, Oakley era o melhor amigo de Michael Jordan no time e seu guarda-costas nas partidas contra times que jogavam muito fisicamente.

Jordan demonizou Krause durante anos por conta da transação. Entretanto, Cartwright provou ser a peça mestra para neutralizar Patrick Ewing do New York Knicks, o maior rival do Chicago Bulls.

Qual é sua personalidade de líder?

Agora que você entende esse modelo de liderança e de líder, e as quatro personalidades de liderança, identifique a sua personalidade. Você é craque, conciliador, coach ou chefe?

Para isso, utilize a ferramenta de diagnóstico de Personalidade de Liderança disponível na área bônus deste artigo.

Passo 2. Identifique as várias personalidades de líder que tem na sua equipe

Depois de saber a sua personalidade de líder, precisa conhecer o seu gado. Que personalidades de liderança tem na sua equipe?

Para conseguir isso, encaminhe cada membro da sua equipe para a área bônus deste artigo. A ferramenta de diagnóstico vai lhes servir tanto para auto-conhecimento como para ajudar você a configurar sua equipe mais tarde.

Passo 3. Diagnostique a configuração que tem na sua equipe

Uma vez que tiver identificado todas as personalidades de liderança presentes na sua equipe, mapeie a equipe e situe essas personalidades nos cargos que exercem.

Organograma de Liderança

Por exemplo, na minha equipe identifiquei que tinha uma personalidade “chefe” no cargo de Gerência Operacional, uma personalidade “craque” na minha Supervisão de Logística e várias personalidades “conciliador” na minha equipe de atendimento.

Este exercício é fundamental por um motivo simples:

O segredo do trabalho em equipe é a estrutura da equipe

Neste primeiro momento, não se preocupe tanto com a configuração existente em si. Simplesmente mapeie a estrutura existente na sua equipe. Durante o processo, talvez você compreenda imediatamente o que não está funcionando na sua equipe.

Passo 4. Reconfigure a sua equipe

Uma vez que identificou a personalidade de cada membro da equipe e avaliou sua configuração atual, chegou a hora de reconfigurar a sua equipe para maximizar seu rendimento.

Seguem os sub-passos para você efetuar essa modificação.

a. Coloque uma personalidade craque na sua equipe operacional

Como você vai explorar mais a fundo na palestra da área bônus do artigo, a atitude do craque dá o tom ao resto da equipe. O craque puxa a equipe para a frente pela sua sede insaciável de vencer e produzir resultados. O craque não tem medo de trabalho. Pelo contrário, o craque não só trabalha com mais intensidade do que os demais como cobra o resto da equipe para elevar sua performance em prol da vitória de todos.

Imagine: o que aconteceria com sua empresa se um funcionário seu trouxesse essa atitude ao trabalho todos os dias? Acha que faria a diferença? Pode apostar que sim.

E agora???Alguns clientes meus me perguntam: “Martin, e se não tiver craque na minha equipe operacional?”

Minha resposta é simples: “Então consiga um com urgência!”

Lembra da Seleção Brasileira quando Ronaldo Fenômeno jogava nela? Aquele era um craque. Quando pisava no campo, o adversário tremia nas bases. A expectativa da Seleção Brasileira, da torcida e do time adversário era que Ronaldo fizesse pelo menos um gol em qualquer partida.

Hoje, não se pode dizer que a Seleção atue com um craque deste nível. Claro, Neymar é um grande jogador. Porém não possui  fisicalidade que Ronaldo trazia ao jogo. Neymar é miúdo, fácil de derrubar, e não se impõe no jogo tanto quanto Ronaldo se impunha. Este é o motivo principal da Seleção Brasileira de hoje não apresentar os mesmos resultados que apresentou de 1997 a 2004.

A presença do craque na equipe não traz só flores. Por isso…

b. Coloque uma personalidade conciliador na sua equipe operacional

A atitude do craque gera tensão na equipe. Como o craque trabalhava num nível que poucos almejam ou conseguem alcançar, ele irrita os outros membros da equipe que se sentem pressionados e inferiorizados. Para o craque, é fundamental alcançar os resultados desejados. Para o resto da equipe, seria legal, mas se não alcançarmos, tudo bem… Essa diferença fundamental de atitude gera atritos na equipe.

Tensão no timePor isso, é preciso ter um conciliador. Senão, o trabalho em equipe sofre.

O conciliador compartilha da vontade de vencer do craque e ao mesmo tempo tem empatia pelos outros membros da equipe. Ele faz a ponte entre o craque e os demais. Ele escuta as reclamações da equipe e os faz entender que o nível de exigência do craque é bom para todos. Ao mesmo tempo, não se sente intimidado pelo craque e tem seu respeito.

O papel do conciliador é muito importante para o trabalho em equipe. Por ele ser do nível operacional, ele consegue credibilidade com o resto da equipe. Se fosse da gerência, seria taxado de puxa-saco ou babão do patrão. Como pertence à equipe operacional, é percebido como sendo “um de nós” e isso lhe traz a confiança dos demais membros.

c. Coloque uma personalidade coach na gerência

A função do gerente é dupla:

  1. Traçar a estratégia para alcançar o resultado desejado.
  2. Articular os talentos disponíveis na equipe para executar a estratégia.

Para cumprir essa função, o gerente precisa ter visão de conjunto, muita capacidade de relacionamento humano e uma certa proximidade dos membros da equipe. São poucos aqueles que têm essas qualidades nas doses certas para conseguir harmonizar tantas personalidades em um conjunto de força.

Das personalidades de liderança, o coach é a mais adequada para preencher esta função.

d. Coloque um chefe para ter a última palavra

Talvez na sua organização o chefe seja um diretor. Talvez seja um vice-presidente de divisão. Talvez seja o topo da cadeia.

Pouco importa. Onde quer que seja o topo a organização na qual sua equipe faz parte, é preciso ter um chefe.

Enquanto o craque e o conciliador fazem parte da equipe operacional, e o coach mantém muita proximidade dos membros da equipe, o chefe precisa ficar um pouco mais afastado para poder tomar decisões frias.

O chefe observa o desempenho da equipe de forma arbitrária, objetiva e remota. Ele acompanha a equipe pelos números. Se a equipe estiver alcançando os objetivos definidos, o chefe fica satisfeito e na dele. Se a equipe não alcançar os resultados necessários, o chefe se intromete na equipe, exige mudanças e, as vezes, as faz acontecer sem pena.

O chefe tem a última palavraPor conta dessa frieza, o chefe frequentemente tem a antipatia da equipe. Devido a isso, o chefe não pode estar preocupado com quem gosta ou não gosta dele. O único critério que importa ao chefe é os resultados da equipe. Não tem conversa que o engane.

E se você estiver num papel ou cargo que não corresponda à sua personalidade?

O que fazer quando você descobre que está num papel inapropriado para sua personalidade?

Seguem dois erros típicos que encontro em empresas nas quais presto consultoria. Vale a pena avaliar se isso está acontecendo com você.

O erro clássico: craque que vira gerente

Muitos empresários cometem um erro tremendo: colocam um craque para ser gerente. Tomam essa decisão por que um funcionário se destaca dos demais na sua performance operacional.

Por exemplo, suponha que um corretor de imóveis venda mais do que os outros. A Diretoria da imobiliária toma a decisão de nomeá-lo Gerente de Vendas.

Este erro também é predominante no esporte. Quantas vezes não já vimos um excelente jogador virar técnico, para descobrir que é um péssimo técnico?

Phil Jackson nunca se destacou tanto como jogador. Era o primeiro reserva do New York Knicks quando o time foi campeão.

O craque está focado na sua própria performance. O coach precisa estar focado no rendimento da equipe.

Se você descobrir que é um craque e que está em posição de gerente, a melhor coisa que você faz é voltar para o operacional. É lá que ele domina. É lá que vai oferecer o melhor rendimento. Ceda a posição de gerência para alguém que vai conseguir tirar o melhor de você e da sua equipe.

O coach que vira chefe

Acontece com frequência. Pra dizer a verdade, aconteceu comigo.

Na minha empresa, tenho a posição de chefe. Entretanto, tenho personalidade de coach. Durante muito tempo, sofri com o problema de estar muito próximo dos membros da equipe e incapaz de tomar as decisões duras necessárias ao desenvolvimento da empresa.

Qual foi a solução? Me afastar dos membros da equipe e assumir o papel de chefe de fato. Pra dizer a verdade, não é a melhor solução, pois estou indo contra o meu instinto natural. Não consigo sentir indiferença aos sentimentos dos membros da equipe. Meu talento natural é de coach.

Eventualmente, vou precisar da ajuda de alguém que possa exercer o papel de chefe para que eu possa desempenhar meu papel natural. Isso aconteceu no Google. Eventualmente, Sergei Brin saiu do topo da Diretoria do Google para gerenciar projetos especiais de inovação. Foi também o que aconteceu com Steve Jobs nos primórdios da Apple. Ele contratou John Sculley para ser o chefe e ele foi gerenciar a divisão do MacIntosh.

BÔNUS! Faça seu diagnóstico e conheça mais a fundo as quatro personalidades de liderança…

Na área bônus do artigo, você vai acessar duas ferramentas chaves para construir e otimizar a sua equipe:

Perfil de Líder1. A ferramenta de diagnóstico de sua personalidade de liderança

Você vai usar a ferramenta nos dois primeiros passos da Fórmula Chicago Bulls. Primeiro para descobrir a sua personalidade, depois para identificar a personalidade dos membros de sua equipe.

Toda a sua configuração depende dessa identificação precisa. Use a ferramenta à vontade aqui no site.

2. Uma palestra de 25 minutos sobre liderança

Palestra sobre liderança no CanadáEm 2015 participei de um congresso de RH sobre liderança. Gravei uma palestra no Canadá na qual abordo em detalhes o papel e as características das quatro personalidades de liderança e a configuração de um excelente Triângulo da Liderança.

Essa palestra vai consolidar sua compreensão de cada papel, e como alavancá-los na sua equipe. Você vai compreender claramente por que suas equipes falharam no passado e vai entender como remanejar os membros da equipe para que fazê-los render ao máximo.

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Martin Messier
 

Martin Messier é Canadense e mora no Brasil desde 2003. É CEO do grupo Toca da Empada, que fatura 7 dígitos anualmente. Ajudou empreendedores do mundo todo a focar seus negócios, desenvolver estratégias de crescimento e levá-los a faturamentos de 5 e 6 dígitos mensais.

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